Sua empresa é sustentável?

O assunto de hoje é: “Empresas de ‘Design’ Atuantes no Mercado”, em especial Imaginarium.

Empresa como a Imaginarium, cria seus produtos com materiais tóxicos e degradantes à natureza. Design não seria ser sustentável? Como podem estas empresas usar resina poliéster em seus produtos (sabendo que o material não é reciclável e altamente tóxico), julgarem empresas com design agregado? Não vamos polemizar a coisa, mas infelizmente não há nada de design aplicado dentro destas empresas. Outro fator é saber que as mesmas criam produtos nada úteis e com vida útil curta. Lixo atrás de lixo, design não seria usabilidade (utilidade)? Muitas delas usam o nome para trazer certa imponência naquilo que estão vendendo. Mas que falta de design na cara, heim?

Add comment Junho 13, 2008

A mudança começa pela sua casa

Do lixo doméstico produzido em nossa residência, 70% são recicláveis e deste lixo reciclável, 40% é composto de papel. As associações de coletores de lixo reciclável pagam cerca de 15 centavos por quilo, o equivalente ao peso de 10 revistas. O importante é saber que o papel precisa ser limpo e estar seco, os com tratamentos especiais como o celofane, carbono, contact, entre outros, não são aceitos pelas empresas coletoras.

No Brasil, de cada mil brasileiros, um é catador de lixo. Muitas famílias tiram seu sustento dos lixos diariamente e não custa nada fazermos a nossa parte, separando o lixo doméstico facilitando com isso a vida destas famílias.

Mas não é somente o papel que podemos reciclar, metal, eletrônicos, plásticos, vidros e muitos outros, também podem ser reciclados. Separar diariamente o nosso lixo, você ajudará o seu próximo e ao meio ambiente.

Add comment Junho 6, 2008

Ser surfista não é sinônimo de ser sustentável?!

Kiko e Tiago

Você deve estar se perguntando: “Mas como assim?”.

É bem isso, as pranchas de surfe tradicionais são uma bomba tóxica para o meio ambiente, a combinação inclui: 100% de petróleo, 100% tóxicas sendo elas 100% não-degradáveis e 99,9% na ativa hoje no Brasil . E foi por este motivo que o carpinteiro e surfista Kiko Horácio em conjunto com o designer industrial Tiago Matulja criou-se as primeiras pranchas sustentáveis do Brasil. Usando os princípios das pranchas criadas em 1926 pelo norte-americano Tom Blake, as pranchas ocas e 100% de madeira foram criadas revolucionando uma época.

Os criadores deste projeto sustentável conseguem criar pranchas com galhos, troncos e qualquer madeira encontrada aonde moram, cercado pela mata. Mas não para por aí, eles substituíram a resina tradicional pela resina vegetal biodegradável.

Para obter mais informações sobre este projeto acesse http://florasurfboards.blogspot.com.

Add comment Junho 6, 2008


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